Loja virtual que não para na vitrine.
O que dá trabalho numa loja não é a página de produto — é tudo que ela precisa conversar depois que o pedido entra. Pagamento, frete, estoque, nota e ERP são o projeto de verdade.
Uma loja é uma conversa entre sistemas
Vitrine bonita qualquer plataforma entrega. O que separa uma loja que vende de uma que dá trabalho é o que acontece depois do botão de comprar — e isso não se resolve com plugin instalado às pressas.
Quem monta a loja é quem resolve a integração. Você não fica no meio de dois fornecedores discutindo de quem é a culpa quando o estoque desencontra.
Projeto visual da loja, sem template de marketplace
Catálogo, variações e regra de preço do seu jeito
Integrações de pagamento, frete e estoque
Treinamento de quem vai cadastrar produto
Acompanhamento nas primeiras semanas de venda
O que costumam perguntar
Dá para integrar com o ERP que a empresa já usa?
Se ele expõe uma API ou permite troca de arquivo, dá. O levantamento começa por aí, porque é a integração que define o custo real do projeto — não a vitrine. Quando o ERP não abre nada, isso aparece no diagnóstico, antes da proposta, e não no meio da obra.
Vocês trabalham com qual plataforma?
Com a que resolve o seu caso. Loja de catálogo pequeno com operação simples não pede o mesmo que loja com regra de preço por cliente e estoque em dois depósitos. A escolha entra na proposta com o motivo dela escrito, e a decisão é sua.
E depois que a loja entra no ar?
As primeiras semanas de venda são acompanhadas — é quando aparece o que nenhum teste mostra. Depois disso, a evolução contínua entra no contrato de manutenção, que é opcional e tem compromisso mínimo de seis meses.
Calango Lab